Desafio lançado, rastro perdido.
A área demandante formula o desafio e não vê mais o que aconteceu com ele.
Mapeie desafios de negócio, lance-os para a sua base de startups, receba as iniciativas que endereçam cada desafio e transforme as priorizadas em pilotos com cronograma, custo e ganhos — tudo em um ambiente só.
Base de startups em uma planilha, desafios em outra, aplicações num formulário e o acompanhamento no e-mail. O programa acontece, mas de forma ad hoc e desconectada — e ninguém consegue provar o que saiu dele.
A área demandante formula o desafio e não vê mais o que aconteceu com ele.
Sem cadastro de solicitantes e histórico, cada edição do programa recomeça a prospecção do zero.
Seleção decidida em reunião, sem trilha de por que uma startup avançou e outra não.
Sem promoção a projeto, a prova de conceito não vira implementação.

hotsite externo para publicar desafios, apresentar o programa e permitir que startups criem conta, submetam iniciativas e acompanhem suas aplicações
curadoria, comitê avaliador, critérios de aceite entre etapas e indicadores de fluxo, incluindo origem da demanda por empresa terceira
Dono da dor: o gestor do programa de inovação aberta, que responde pelo resultado, e o gestor da área demandante, que lança o desafio e perde o rastro.
Na prática, é o analista de projetos e inovação que mantém base de startups, desafios e aplicações conectados — hoje em planilha, formulário e e-mail. Aqui isso vira um fluxo só, com o andamento da edição pronto para apresentar.
A área demandante formula o desafio · o gestor do programa e o analista de inovação fazem curadoria e matching · startups da base submetem iniciativas · o comitê avaliador prioriza · o gerente de projetos conduz o piloto.
Referência em transporte e logística, a Maza Tarraf estruturou a conexão com o ecossistema de startups para transformar o setor de caminhões: definição dos desafios, atração e inscrição de startups, seleção, pilotos e resultados. É o case que mais expõe o Portal de Iniciativas para fora — os autores das iniciativas são startups, não colaboradores. Os pilotos selecionados rodaram em gestão completa.
Ler o caseA captação com base externa de solicitantes é o mesmo mecanismo que sustenta a gestão de demandas de clientes.
Definição dos desafios com as áreas de negócio, prospecção e atração de startups quando a base ainda não existe, e condução dos pilotos selecionados.
A área demandante formula o desafio; a campanha é publicada para a base externa. Startups submetem iniciativas pelo Portal de Iniciativas — o autor da iniciativa é externo, não colaborador.
Curadoria e matching entre desafio e iniciativa. O comitê avaliador prioriza por critérios definidos, com as avaliações consolidadas na plataforma.
As iniciativas priorizadas viram pilotos e provas de conceito, conduzidos pelo gerente de projetos com a startup.
Validação técnica do piloto contra o critério definido no desafio.
O resultado volta para a área demandante, com decisão de escalar ou encerrar.
O aprendizado do ciclo — o que funcionou, quais startups performaram — fica na Base de Conhecimento como linha de base da próxima edição.
Respostas diretas para apoiar sua avaliação da solução.

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