Matriz desatualizada.
Entre um ciclo de avaliação e o próximo, ninguém sabe o que mudou.
Capture riscos e eventos de risco da operação, avalie e priorize por criticidade, execute os planos de mitigação e acompanhe o risco residual — com o histórico virando linha de base para o ciclo seguinte.
O risco vive numa planilha que fica desatualizada assim que a avaliação termina. O plano de ação existe, mas sem execução rastreada. E o risco só reaparece quando já virou problema.
Entre um ciclo de avaliação e o próximo, ninguém sabe o que mudou.
O gestor apresenta o plano e não tem como demonstrar que ele andou.
O dono da área recebe uma tarefa de mitigação sem saber qual risco ela endereça.
E a evidência é reconstruída manualmente a cada demanda.
captação de riscos e eventos junto às áreas operacionais
avaliação, priorização por criticidade, comitê de riscos e indicadores de fluxo no acompanhamento das ações de mitigação: volume, tempo de resposta, responsável e status
políticas, apetite declarado e o histórico que sustenta a avaliação seguinte
na gestão completa, em especial pela gestão de riscos, problemas e impedimentos: o risco antes de acontecer, o problema depois e o impedimento que travou o trabalho agora
Dono da dor: o gerente de riscos, de compliance ou de controles internos. É quem apresenta a matriz e não tem como provar que a mitigação andou. Responde externamente — para auditoria, para o mercado ou para o regulador —, então rastreabilidade aqui não é conveniência de gestão, é obrigação.
Ao lado dele, o analista de projetos e riscos persegue cada ação de mitigação, reúne evidência área por área e monta a leitura do comitê. É esse trabalho que passa a ficar registrado no próprio fluxo, pronto para apresentar.
Áreas operacionais identificam e reportam · o gestor de riscos avalia e prioriza · o analista acompanha as ações e consolida a evidência · o comitê decide apetite e aceita ou não o residual · donos de ação executam a mitigação · auditoria interna verifica.
Áreas operacionais identificam e reportam riscos e eventos de risco pelo Portal de Iniciativas, com registro de quem reportou e em que contexto.
O gestor de riscos avalia e prioriza por criticidade, com critérios de aceite entre etapas. O comitê de riscos decide apetite e aceita ou não o residual.
Donos de ação executam a mitigação. Ações pequenas se resolvem no fluxo; mitigações que são projeto de investimento seguem para Projetos.
Auditoria interna verifica a evidência da mitigação contra o critério definido.
O risco residual é atualizado e a mitigação passa a existir como fato comprovado, não como plano.
O histórico vai para a Base de Conhecimento e vira linha de base da próxima avaliação.
Respostas diretas para apoiar sua avaliação da solução.

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